quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Túnel do Marão – Marca do Partido Socialista na Região
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Expectativas Frustradas: O pior Orçamento de sempre para a região
Uma última nota
para realçar a diferença abissal entre o discurso e a prática deste Governo.
Parece estar já em campanha. A semana passada realizou a visita de Outono. Novamente
de mãos vazias, com elogios ao empreendedorismo, mas sem medidas palpáveis para
o desenvolvimento da região. Na prática, já todos
percebemos que com esta maioria PSD/CDS vai continuar a mesma política, impondo
o encerramento de serviços públicos, portagens na autoestrada transmontana e o corte
do número de funcionários, como na Segurança Social.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
PS pede esclarecimentos sobre falta de médicos no Hospital de Vila Real
“A escassez de recursos é de tal forma grave que o conselho de administração resolveu cancelar, de forma unilateral, o gozo de férias aos médicos desta especialidade durante o mês de dezembro de forma a tentar garantir o preenchimento de escalas”, referiram, em comunicado, os deputados Ivo Oliveira e Agostinho Santa.
A falta de médicos internistas no CHTMAD foi denunciada recentemente pelo Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos e levou ao pedido de demissão do diretor do serviço.
Entre março e o verão saíram deste serviço três especialistas de medicina interna, o que fez baixar para 26 os médicos que trabalham nas três unidades que constituem o centro hospitalar, designadamente Vila Real (14), Chaves (9) e Lamego (3).
“De acordo com o denunciado pela Ordem dos Médicos, em três destas unidades que compõem o CHTMAD, os internistas realizam horas extraordinárias em excesso, existindo casos de profissionais a fazerem 80 a 100 horas extras por mês o que representa uma carga horária inaceitável, incapaz de garantir a qualidade e segurança da prestação de serviços sem colocar em risco a saúde dos doentes”, destacaram os parlamentares.
Ivo Oliveira e Agostinho Santa consideraram que, “para minimizar esta situação, é necessário que o Ministério da Saúde “envide todos os esforços, para que sejam desbloqueados os processos relativos à contratação de profissionais das diversas áreas”.
Na pergunta entregue hoje na Assembleia da República, os deputados questionaram o ministro Paulo Macedo sobre “se tem conhecimento desta situação” e como pretende o “Ministério da Saúde pôr termo a esta carência de profissionais no CHTMAD”.
Os socialistas querem ainda saber quais os esforços realizados pela tutela “de forma a desbloquear os processos relativos à contratação de profissionais das diversas áreas para este Centro Hospitalar”.
“A saída de profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, sem que exista substituição imediata e as sucessivas restrições na contratação de profissionais impostas pelo Governo, estão a causar constrangimentos estruturais ao funcionamento dos serviços públicos de saúde”, salientaram ainda os deputados.
O diretor demissionário do Serviço de Medicina Interna, Trigo Faria, alertou segunda-feira para a “carga horária excessiva” e reivindicou “pelo menos mais três médicos para o serviço”.
Por sua vez, o CHTMAD já garantiu que, na unidade hospitalar de Vila Real, “existem médicos suficientes para assegurarem os serviços de urgência” e que, relativamente aos hospitais de Lamego e Chaves, “foram providenciadas medidas para colmatar as falhas existentes nestas unidades com a mobilidade e esforço de todos os médicos”.
Devido ao “excesso de médicos a tirarem férias em dezembro”, o conselho de administração salientou ainda que “foi necessário proceder ao cancelamento das mesmas por forma a assegurar os serviços e a qualidade assistencial a que o utente tem direito”.
PLI // MSP
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira
Intervenção no âmbito da Comissão de Saúde - Audição João Lobo Antunes, Jorge Soares e Pedro Pita Barros
- relatório "Um futuro para a saúde - todos temos um papel a desempenhar"
Numa semana em que se registam notícias sobre a falta de profissionais de Saúde no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, importa salientar que a saúde tem que ser para todos
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Intervenção no âmbito da Proposta de Lei (GOV) transposições de directivas europeias
Intervenção em Plenário:
- Transposição de directivas europeias
- Código de valores mobiliários
- empreendedorismo social
- capital de risco
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Intervenção no debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2015
do Orçamento de Estado para 2015.
Finanças. E isso é paradigmático das prioridades deste Governo em relação á
saúde: Primeiro a contabilidade, as cobranças coercivas, as taxas e depois as
pessoas, o acesso, a saúde em concreto.
incapaz de fazer. Que o faça agora fora da discussão do Orçamento de Estado!
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira - COFAP/Audição ANMP
Cláusula de salvaguarda do IMI e descentralização de competências para os Municípios
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira COFAP/Audição Ministro da Saúde
- Um Orçamento pouco Saudável
- Falta de equidade de acesso aos cuidados de saúde a nível territorial
- Hospital de Vila Real: Problema ainda não resolvido na cobertura do 7º piso decorrente do temporal ocorrido há um ano
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira COFAP/Audição Ministro Administraçã...
- "Meets": Estabelece o Governo alguma relação entre estes novos fenómenos e o agravamento das condições de vida dos jovens portugueses?
- Alguns relatos de discriminação
- Qual o acompanhamento dado a estes encontros e como pretende acompanhar encontros semelhantes no futuro?
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira COFAP/Audição Ministro da Educação ...
- A actual taxa de licenciados ainda longe da meta dos 40% da Agenda 2020
- OCDE: Portugal é dos mais desiguais no acesso à universidade
- Cursos Técnicos Superiores Profissionais
- Programa +superior
Intervenção do Deputado Ivo Oliveira COFAP/Audição Ministra da Agricultu...
- Redução drástica na produção de castanha
- redução de efectivos na DRAPN
- Casa do Douro
Intervenção Deputado Ivo Oliveira COFAP/Audição Ministro Presidência e A...
- Pousadas da Juventude
- Movijovem
- Estratégia para a juventude a nível nacional e local
- Programa Juventude em Acção
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Recomendação ao Governo: medidas concretas para colmatar quebra de castanha
Deputados do PS querem esclarecimentos sobre morte de idosa em Sabrosa
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/deputados-do-ps-querem-esclarecimentos-sobre-morte-de-idosa-em-sabrosa=f896016#ixzz3IzikD4z0
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/deputados-do-ps-querem-esclarecimentos-sobre-morte-de-idosa-em-sabrosa=f896016#ixzz3Izj02Few
MOÇÃO – PELO ACESSO À SAÚDE EM TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Intervenção em Plenário e na Comissão de Saúde sobre Política Geral de saúde
Relatórios recentes mostram que a Justiça social em Portugal tem vindo a descer desde 2011, reportando dificuldade crescente de acesso aos cuidados de saúde.
Este governo descura a prevenção e a educação para a saúde.
Está na hora de o Governo tomar consciência do impacto negativo das medidas que aplicou no setor da saúde durante estes 3 anos e alterar o rumo, voltando a aplicar as boas práticas, reconhecidas internacionalmente e com bons resultados, implementadas pelo Partido Socialista.
É que resulta evidente que ao fim destes 3 anos os portugueses estão pior;
A saúde, no país, não está melhor.
Questões colocadas ao Ministro da Saúde sobre a saúde no Distrito de Vila Real:
1. Foi aprovada uma resolução da Assembleia da República, de Abril de 2011, ainda no tempo do Governo do Partido Socialista, para a criação da Unidade Local de Saúde do alto Tâmega. Esta resolução, de 2011 em diante não teve cumprimento. Existem imensas queixas dos utentes dos serviços nesta região. O que pensa fazer em concreto em relação a este tema? Qual a estratégia em relação à saúde para o Distrito de Vila Real? Passados mais de 3 anos sobre esta resolução é urgente uma clarificação.
2. Alerta para o encerramento das extensões de saúde e a falta de transportes públicos nas aldeias e vilas do interior do país, o que limita dramaticamente o acesso aos cuidados de saúde nestes territórios. As pessoas são na prática obrigadas a pagar cerca de €10 de táxi e mais a taxa moderadora. É evidente que há uma diferença gritante na equidade de acesso aos cuidados de saúde a nível territorial.
sábado, 13 de setembro de 2014
Intervenção na Comissão de Assuntos Europeus: Audição do Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, na sequência da realização do Conselho Europeu extraordinário de 30 de Agosto de 2014.
Principais Questões:
- Qual a posição de Portugal relativamente à flexibilidade orçamental? (Se ao lado da nova corrente que privilegia a flexibilidade e o crescimento ou se permanece e insiste na política de austeridade)
- Novo comissário e estrutura da comissão (Comissário português longe da primeira linha na nova estrutura orgânica da comissão)
- Relações externas: Qual o impacto para Portugal e para as empresas portuguesas, das sanções aplicadas à Rússia.
- Outras questões como a situação humanitária no Iraque e na Síria na sequência da ocupação de partes dos seus territórios pelo "Estado Islâmico do Iraque e do Levante"
Intervenção na Comissão de Assuntos Europeus sobre a composição da nova Comissão Europeia e a pasta atribuída ao Comissário indicado por Portugal
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Pergunta ao Governo sobre Risco de Pobreza entre Jovens
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Assunto:
Destinatário:
Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República
Portugal atravessa, no presente, o maior período de recessão desde a Grande Depressão da década de 1930. O motivo principal encontra-se na grave crise internacional, desencadeada pela bolha especulativa no setor imobiliário, nos Estados Unidos da América (EUA) e que se estendeu posteriormente à crise das dívidas soberanas. O nosso país é particularmente afetado devido à sua pequena dimensão, geográfica e económica, e à realidade de estar fortemente integrado na economia mundial. Acrescem ainda os problemas estruturais da economia portuguesa, no contexto do Euro.
Uma crise desta dimensão reflete-se ao nível macroeconómico, no comportamento de vários indicadores, como o Produto Interno Bruto (PIB), exportações e importações. Os efeitos sociais podem ser vistos na perda de poder de compra pela população, no aumento do desemprego e da pobreza.
Segundo o INE, em 2014, e o EUROSTAT, já em 2012, a sociedade portuguesa está mais pobre. 10,9% dos portugueses vive em privação material severae um quarto da população encontra-se em risco de pobreza ou de exclusão social. Nesta categoria incluem-se as pessoas que se encontrem em pelo menos uma de três situações: pessoas em risco de pobreza, pessoas em situação de privação material grave e pessoas que vivam em agregados familiares com muito fraca intensidade de trabalho. Em Portugal, o valor mais elevado encontra-se na categoria de pessoas em risco de pobreza (17,9%), ou seja, aquelas que vivem num agregado familiar que disponha de um rendimento anual líquido inferior a 60% do rendimento mediano (por adulto equivalente) no país, após pagamentos de contribuições sociais. Os segmentos mais atingidos são as famílias com crianças a cargo, desempregados e menores de 18 anos.
Segundo os recentes dados do EUROSTAT, cerca de 30% dos jovens portugueses entre os 20 e os 24 anos estão em risco de pobreza. Uma outra estatística do Eurostat, publicada no mesmo momento, indica que, em Portugal, 31,3% dos jovens entre os 15 e os 34 anos, que não estão a estudar, estão desempregados. A média da UE está nos 20,4%.
Ainda recentemente, o Dia Internacional da Juventude, 12 de Agosto, foi a data escolhida pelo INE para divulgar a informação sobre a evolução da população jovem na última década. Assim, constata-se que o seu número diminuiu em quase meio milhão, que o desemprego jovem dobra a média nacional e que os salários minguaram. Aumentaram os que residem em casa dos pais e muitos emigraram. Paralelamente, dominam a informática, a internet e conhecem pelo menos uma língua estrangeira. As qualificações melhoraram. A conclusão é óbvia: os jovens têm imensa dificuldade em aplicar os seus conhecimentos e habilitações, por falta de oportunidades e empregos.
Esta situação configura um desperdício de recursos não só para os mais novos, mas também para a globalidade da economia, que não realiza todo o seu potencial. É urgente uma estratégia para a juventude que implique políticas económicas e de mercado de trabalho com o objetivo de criar emprego, reduzir a precariedade e promover um desenvolvimento sustentável. Importa realizar um debate mais aprofundado sobre a matéria e recolher elementos sobre o sucesso das políticas públicas nacionais e europeias para dar resposta ao problema.
Assim, os Deputados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista abaixo assinados, nos termos legais e constitucionais aplicáveis, perguntam ao governo, através do Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, o seguinte:
1. Está o Governo consciente do dramático agravemento das condições de vida dos Jovens Portugueses nos últimos 2 anos?
2. Qual o impacto das políticas públicas mapeadas no Livro Branco da Juventude e do Plano Nacional de Implementação de uma Garantia Jovem (PNI-GJ) para a redução da pobreza e exclusão social?
3. Quantas vezes reuniu a Comissão de Coordenação e Acompanhamento do PNI-GJ desde a aprovação do plano? Os dados relativos à pobreza e exclusão social foram já objeto de análise?
Está prevista a convocação de uma reunião daquele órgão para analisar os dados da pobreza e exclusão social entre os jovens agora divulgados?
Que medidas adicionais vai o Governo adoptar para combater a pobreza e a exclusão social neste segmento específico, atentos os dados agora conhecidos nos domínios que se seguem:
- A nível de política de intervenção social
- A nível de política econónima
- A nível de política de emprego e mercado de trabalho?
- Qual o impacto estimado na riqueza nacional, se a presente geração da população constituísse uma força de trabalho empregada e a contribuir para as receitas do Estado?
Palácio de São Bento, quinta-feira, 4 de Setembro de 2014
Deputado(a)s
IVO OLIVEIRA(PS)
PEDRO DELGADO ALVES(PS)
RUI PEDRO DUARTE(PS)
JORGE RODRIGUES PEREIRA(PS)
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Prioridade ao emprego para um Portugal mais jovem


sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Uma marca global para promoção internacional
As corridas no Norte
Natalidade e Emprego
Trata-se de pequenos passos no rumo certo. Cada medida tem o seu mérito individual. Poderíamos juntar ainda muitas mais, como por exemplo: os incentivos financeiros diretos por nascimento, que alguns municípios realizam; propostas para inverter a tendência de dificuldade no acesso aos cuidados de saúde; determinações para o fim do encerramento de serviços públicos de proximidade, como escolas ou centros de saúde.
No entanto, para aumentar a natalidade é principalmente necessário apresentar medidas de criação de emprego e combate à precariedade laboral. É este o fator fundamental que determina não só a localização das famílias, como a decisão de ter mais filhos.
E nesses domínios nada foi apresentado em concreto. Na realidade foram tomadas medidas em sentido contrário. Simultaneamente à apresentação de uma agenda nacional para a natalidade aparece uma contramedida de redução do tempo dos Estágios-Emprego em 25%, diminuindo a possibilidade de integração dos jovens no mercado de trabalho e levando à desproteção do estagiário, por não cumprir com o prazo de garantia para ter acesso à proteção no desemprego que é de 12 meses de descontos para segurança social. Obviamente, não são os três meses de estágio que vão resolver este grave problema. Mas o rumo tem que ser claro. A resposta à natalidade tem que ser integrada e incidir sem tibiezas nos vectores da criação de emprego e de combate à precariedade laboral.
O desemprego que afecta as pessoas em idade jovem, a precariedade e a incerteza em relação não só ao trabalho mas também ao futuro condiciona fortemente o projeto de ter filhos.








